17 de setembro de 2014

Escola Sebastião Gomes é Destaque no Jornal Gazeta do Oeste

Projeto Trocando cartas entre escolas

Numa época em que o e-mail, os torpedos, a comunicação rápida fazem parte da vida dos adolescentes, escrever cartas pode parecer ultrapassado.   Muitos dos jovens de hoje sequer escreveram uma carta.
Giulia Yasmim entrevistada pelo reporte da Gazeta do Oeste
Mas na Escola Estadual Sebastião Gomes de Oliveira, zona rural de Apodi, e na Municipal Lourdes Mota, na cidade de Apodi, isso se tornou comum. Tudo porque o professor João Dehon de Sousa resolveu desenvolver um projeto de troca de correspondências entre essas duas escolas.       Mesmo sendo professor de matemática, isso não o impediu de fazer um projeto que envolve, principalmente, a língua portuguesa. “A gente fez esse projeto para melhorar a leitura dos alunos”, informou o professor.Os estudantes que participam do projeto nunca tinham se encontrado. Escreviam, por assim dizer, para pessoas desconhecidas.
Marcos Vinícius e Jéssica Câmara  
Durante a X Feira do Livro de Mossoró, o professor João Dehon marcou um encontro entre as duas escolas para que os correspondentes pudessem, enfim, se conhecer. E deu tudo certo. “É gratificante isso. Depois de três meses eles poderem se encontrar, já que as escolas ficam em lugares diferentes. Hoje os alunos têm o cuidado com o que vão escrever”m disse o professor.   A estudante Jéssica Câmara de Oliveira, do 8º ano na escola Lourdes Mota, disse que as cartas eram escritas e enviadas para alguém, mas sem saber para quem. “A gente escrevia e mandava. Eu achava que ninguém ia responder, mas alguém respondeu falando um pouco dela. Foi muito legal a gente se falar por carta”, disse a estudante.
O mesmo aconteceu com Marcos Vinícius, do 6º ano na escola Sebastião Gomes. Seu correspondente, infelizmente, não veio para o encontro, mas ele conheceu outras pessoas. “Hoje a carta não é muito usada. Eu recebi carta de Érica, da Lourdes Mota. Pela carta eu tinha ideia da pessoa”, disse.  Numa época em que o e-mail, os torpedos, a comunicação rápida fazem parte da vida dos adolescentes, escrever cartas pode parecer ultrapassado.   Muitos dos jovens de hoje sequer escreveram uma carta. Mas na Escola Estadual Sebastião Gomes de Oliveira, zona rural de Apodi, e na Municipal Lourdes Mota, na cidade de Apodi, isso se tornou comum. Tudo porque o professor João Dehon de Sousa resolveu desenvolver um projeto de troca de correspondências entre essas duas escolas.
Mesmo sendo professor de matemática, isso não o impediu de fazer um projeto que envolve, principalmente, a língua portuguesa. “A gente fez esse projeto para melhorar a leitura dos alunos”, informou o professor.Os estudantes que participam do projeto nunca tinham se encontrado. Escreviam, por assim dizer, para pessoas desconhecidas.    Durante a X Feira do Livro de Mossoró, o professor João Dehon marcou um encontro entre as duas escolas para que os correspondentes pudessem, enfim, se conhecer. E deu tudo certo. “É gratificante isso. Depois de três meses eles poderem se encontrar, já que as escolas ficam em lugares diferentes. Hoje os alunos têm o cuidado com o que vão escrever”m disse o professor.
A estudante Jéssica Câmara de Oliveira, do 8º ano na escola Lourdes Mota, disse que as cartas eram escritas e enviadas para alguém, mas sem saber para quem. “A gente escrevia e mandava. Eu achava que ninguém ia responder, mas alguém respondeu falando um pouco dela. Foi muito legal a gente se falar por carta”, disse a estudante.   O mesmo aconteceu com Marcos Vinícius, do 6º ano da escola Sebastião Gomes de Oliveira Melancias Apodi. Seu correspondente, infelizmente, não veio para o encontro, mas ele conheceu outras pessoas. “Hoje a carta não é muito usada. Eu recebi carta de Érica, da Lourdes Mota. Pela carta eu tinha ideia da pessoa”, disse.
 
Clube de matemática se reúne para tirar dúvidas
Outro projeto desenvolvido pelo professor João Dehon é o Clube Idopa de Matemática, ou simplesmente Cidática.   O clube se reúne sempre nas sextas-feiras nas duas escolas para estudar matemática e tirar as dúvidas de quem tem dificuldades na disciplina.   Segundo o professor, desde 2010 esse clube se reúne. “A matemática não é tão complicada como as pessoas acham. A recompensa que tenho com isso é a aprendizagem dos alunos”, disse.    Giulia Yasmim, que faz a 1ª série do ensino médio, entrou no clube no em 2012 e disse que gosta muito de participar. Além da matemática, outros aspectos são melhorados. “A gente aprende muito. Interage com os demais colegas. A melhoria é tanto em matemática quanto na convivência com os colegas, pois a gente ajuda quem está com dificuldade”, disse.    Além da reunião, o clube participa de eventos que são realizados na escola.
 
 
Fonte: http://gazetadooeste.com.br/trocando-cartas-entre-escolas/
publicado por Webmaster em 17 de setembro de 2014
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